Duração mínima de dezoito (18) meses e máxima de vinte e quatro (24) meses.

O limite mínimo do número de créditos em disciplinas e em atividades complementares necessários à integralização do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade é de 16 créditos.  As disciplinas que compõem a matriz curricular do Programa de Pós-Graduação em Biodiversidade são definidas como obrigatórias ou optativas.

Obrigatórias

Ementa: Conceitos básicos de estatística (população, amostra, unidade amostral). Tipos de dados e principais técnicas de amostragem. Delineamento Amostral. Introdução ao ‘R’. Acesso e plotagem dos dados no ‘R’. Elementos básicos aplicada à biodiversidade (média, mediana, moda, amplitude, variância, desvio padrão, quartis, coeficiente de variação). Análise exploratória e tratamento dos dados no ‘R’ (estatística descritiva, dados faltando, espécies raras, outliers, transformação e padronização dos dados). Medidas de diversidade biológica: curva cumulativa, rarefação e estimadores de riqueza. Estatística paramétrica e não paramétrica, Distribuição Gaussiana, Distribuição de Poisson, Distribuição Binomial. Qui-Quadrado. Teste t e Mann-Whitney. Anova, Anova de 2 fatores, Ancova, Anova em blocos, Anova aninhada, Anova de medidas repetidas. Correlação, Regressão Simples, Regressão múltipla e Regressão logística. Modelos lineares generalizados. Gráficos no ‘R’ (plot, hist, boxplot, ggplot, scatterplot). Apresentação de dados em manuscritos. Práticas com conjuntos de dados no ambiente R.

Bibliografia:

BOLKER BM, BROOKS ME, CLARK CJ, GEANGE SW, POULSEN JR, STEVENS MHH, WHITE JSS. 2009. Generalized linear mixed models: a practical guide for ecology and evolution. Trends in ecology & evolution. 24(3), 127-135.

CRAWLEY MJ. 2007. The R Book.

GOTELLI NJ, ELLISON AM. 2004. A primer of ecological statistics. Sinauer Associates, Inc. Sunderlan.

GOTELLI NJ, ELILISON AM. 2011. Principios de Estatistica em Ecologia. Artmed.

MAGNUSSON W, MOURÃO G, COSTA F. 2015. Estatística sem matemática. Londrina: Editora Planta.

MAGURRAN AE. 2011 Medindo a diversidade biológica. Paraná: Editora UFPR.

MANGIAFICO SS. 2015. An R Companion for the Handbook of Biological Statistics, version 1.2.0.

MCDONALD JH. 2014. Handbook of Biological Statistics (3rd ed.). Sparky House Publishing, Baltimore, Maryland.

Ementa: Preparação de material didático; vivência da rotina docente de nível superior para em aulas teóricas e práticas aplicadas a discentes de cursos de graduação; Estrutura dos projetos pedagógicos de cursos de graduação e planos de curso de disciplinas; Organização e estrutura do plano de aula.

Bibliografia:

CARVALHO AMP. 1998. A Formação do professor e a prática de ensino. São Paulo: Pioneira.

FREIRE P. 2010. Educação e mudança. Rio de Janeiro: Paz e Terra. 79 p.

PIMENTA SG. 1994. O Estágio na formação de professores: unidade, teoria e prática? São Paulo: Cortez.

VASCONCELOS C. 2002. Planejamento: projeto de ensino-aprendizagem e político-pedagógico: elementos metodológicos para elaboração e realização. São Paulo: Liberal.

REVISTAS CIENTÍFICAS: Qualquer periódico que tenha como escopo a ementa da disciplina e/ou tópicos da grande área da biodiversidade.

Ementa: Aplicação do método científico em estudo de biodiversidade, observações e hipóteses-predições; delineamento de projetos com noções básicas de amostragem relacionadas a escala, escolha de variáveis e tamanho amostral. Orientações sobre elaboração e organização do trabalho científico; busca de publicação científica e de avaliação de periódicos para publicação (Qualis-Capes e Fator de Impacto) e utilização de softwares para gestão bibliográfica.

Bibliografia:

BASTOS CL, KELLER V. 2005. Aprendendo a aprender: introdução à metodologia científica. 18. ed. Petrópolis: Vozes.

CHASSOT Á. 2004. A ciência através dos tempos. 2. ed. São Paulo: Moderna.

DIXON B. 2002. Para que serve a ciência? São Paulo: Nacional, 1976. GIL, A. C. Como elaborar Projetos de Pesquisa. 4 ed. São Paulo:Atlas.

KOCHE JC. 2001. Fundamentos de Metodologia Científica: teoria da ciência e prática da pesquisa. 19 ed. Petrópolis: Vozes.

LAKATOS EM, MARCONI M de A. 1991. Fundamentos de Metodologia Científica. 3 ed. São Paulo: Atlas.

REVISTAS CIENTÍFICAS: Qualquer periódico que tenha como escopo a ementa da disciplina.

Optativas

Créditos; 2

Carga Horária: 32 horas

Ementa: Tipos de ambientes aquáticos continentais e suas características físicas e químicas. Reconhecimento dos principais grupos biológicos encontrados em ambientes aquáticos continentais com ênfase em aspectos ecológicos e evolutivos relacionados a macrófitas aquáticas, crustáceos Branchiopoda, Maxillopoda, Malacostraca (Decapoda), Rotifera e macroinvertebrados bentônicos.

Bibliografia:

BERNOT JP, BOXSHALLL GA, CRANDALL KA. 2021. A synthesis tree of the Copepoda: integrating phylogenetic and taxonomic data reveals multiple origins of parasitism. PeerJ 9:e12034 http://doi.org/10.7717/peerj.1203

DODDS WK, WHILES MR. 2010. Freshwater Ecology: Concepts and Environmental Applications of Limnology. 2ª ed. Elsevier.

DUMONT HJ, NEGREA SV. 2002. Introduction to the class Branchiopoda. En Dumont, H.J. (ed.), Guides to the Identification of the Microinvertebrates of the Continental Waters of the World, 19. Backhuys Publishers, Leiden, 398p.

ESTEVES FA. 1998. Fundamentos de Limnologia. Rio de Janeiro: Editora Interciência/ FINEP, 575p.

FONTANETO D, De SMET W. 2015. Rotifera in A. Schmidt-Rhaesa (ed.) Handbook of Zoology, Gastrotricha, Cycloneuralia and Gnathifera, 3: Gastrotricha and Gnathifera, pp. 217–300. De Gruyter.

HAMADA N, NESSIMIAN JL, QUERINO RB. 2014. Insetos aquáticos na Amazônia brasileira: taxonomia, biologia e ecologia. Editora do INPA.

HENRY R. 2003. Ecótonos nas interfaces dos ecossistemas aquáticos. São Carlos: Rima Editora.

MERRITT RW, CUMMINS KW, BERG MB. 2008. An introduction to the aquatic insects of North America, 4th edition. Iowa, Kendall Hunt Publishing.

SCHRAM FR. 2013. Comments on crustacean biodiversity and disparity of body plants. p. 1-33. In: Watling, L and Thiel, M. (eds), The natural history of the Crustacea: Functional morphology & diversity. Oxford, New York, Oxford University Press.

SEGERS H. 2007. Annotated checklist of the rotifers (Phylum Rotifera), with notes on nomenclature, taxonomy and distribution. Zootaxa. 1564: 1-104. 10.11646/zootaxa.1564.1.1.

TUNDISI JG, MATSUMURA-TUNDISI T. 2008. Limnologia. São Paulo, SP, Oficina de Textos editora.

WETZEL RG. 2001. Limnology: lake and river ecosystems. 3rd ed San Diego, CA: Academic Press.

Créditos; 2

Carga Horária: 32 horas

Ementa: O processo de avaliação de impacto ambiental. Legislação brasileira. Políticas ambientais. Aspectos técnicos relacionados à elaboração de um Estudo de Impacto Ambiental e outros instrumentos de avaliação ambiental. A biodiversidade como instrumento de análise dentro da AIA. Monitoramento da biodiversidade: objetivos, métodos, escolha de variáveis e biomonitoramento. Estudos de caso.

Bibliografia:

CONAMA. 1992. Resoluções CONAMA, 1986 a 1991. Brasília: IBAMA.

ALHO CJR. 2011. Environmental effects of hydropower reservoirs on wild mammals and freshwater turtles in Amazonia: a review. Oecologia Australis, 15(3): 593-604

BRASIL. Tribunal de Contas da União. 2007. Cartilha de licenciamento ambiental / Tribunal de Contas da União; com colaboração do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis. — 2.ed. — Brasília: TCU, 4ª Secretaria de Controle Externo, 83 p.

ELETROBRAS 1999.O tratamento do impacto das hidrelétricas sobre a fauna terrestre. Relatório Técnico. 49 pp.

MENEZES JRS, LUCIANO BA, FONTGALLAND G. 2006. Impactos Ambientais Causados por Linhas de Transmissão de 500 kV. In: Simpósio Brasileiro de Sistemas Elétricos. 1-4.

MORATO SAB. 2014. Confidencialidade em relatórios de consultoria ambiental: como conciliar relações comerciais e a propriedade intelectual de dados científicos? Herpetologia Brasileira, 3(2): 49-50.

MOURA-FÉ MM, PINHEIRO MVA. 2013. Os parques eólicos na zona costeira do Ceará e os impactos ambientais associados. Revista Geonorte, 4(13): 22-41.

RODRIGUES M. 2006. Hidrelétricas, Ecologia Comportamental, Resgate de Fauna: uma Falácia. Natureza & Conservação, 4(1): 29-38.

SÁNCHEZ LE. 2020. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos.Oficina de textos.

ZORTÉA M, GOMES KS, TOMAZ LAG, PALMEIRIM JM, LIMA-RIBEIRO MS. 2021. Impacts of a hydroelectric power plant on the bat community in central Brazil. Mammal Research, 66(3):509-518.

Créditos; 2

Carga Horária: 32 horas

Ementa: Caracterização do Cerrado e fatores condicionantes para sua ocorrência. Principais fitofisionomias do Cerrado, e aspectos físicos, biológicos e ecológicos. Características vegetativas, reprodutivas e ecológicas das principais famílias botânicas e espécies do Cerrado. Conceitos e métodos de amostragem da vegetação do Cerrado.

Bibliografia:

FELFILI JM, CARVALHO FA, HAIDAR RF. 2005. Manual para o monitoramento de parcelas permanentes nos biomas cerrado e pantanal. Departamento de Engenharia Florestal, Universidade de Brasília, Brasília.

FRANÇOSO RD, HAIDAR RF, MACHADO RB. 2016. Tree species of South America central savanna: endemism, marginal areas and the relationship with other biomes. Acta Botanica Brasilica 30: 78‒86. doi.org/10.1590/0102-33062015abb0244

FRANÇOSO RD, DEXTER KG, MACHADO RB et al. 2020. Delimiting floristic biogeographic districts in the Cerrado and assessing their conservation status. Biodiversity and Conservation 29: 1477‒1500. doi.org/10.1007/s10531-019-01819-3

MÉIO BB, FREITAS CV, JATOBÁ L, SILVA MEF, RIBEIRO JF, HENRIQUES RPB. 2003. Influência da flora das florestas Amazônica e Atlântica na vegetação do cerrado sensu stricto. Brazilian Journal of Botany. 26(4), 437-444. doi: 10.1590/S0100-84042003000400002

MENDONÇA RC, FELFILI JM, WALTER BMT, SILVA-JÚNIOR MC, REZENDE AV, FILGUEIRAS TS, NOGUEIRA PE. 2008. Flora vascular do Cerrado. Pp. 289-556. In: Sano, S. M. & Almeida, S. P. Cerrado, Ambiente e Flora. EMBRAPA CPAC. Planaltina.

OLIVEIRA PS, MARQUIS RJ. 2002. The Cerrados of Brazil: ecology and natural history of a neotropical savana. Columbia University Press, New York, USA. 367p.

PINTO MN. 1990. Cerrado: caracterização, ocupação e perspectivas. Brasília: Ed. Universidade de Brasília, p.il 1 mapa.

RATTER JA, BRIDGEWATER S, ATKINSON R, RIBEIRO JF. 2003. Analysis of the floristic composition of the Brazilian Cerrado vegetation III: comparison of the woody vegetation of 376 areas. Edinburgh Journal of Botany. 60(1): 57-109.

RIBEIRO JF, WALTER BMT. 2008. Fitofisionomias do bioma cerrado. Pp.89-166. In S. M.

SANO SM, ALMEIDA SP. 1998 Cerrado: Ambiente e Flora. Embrapa CPAC. Planaltina. 374-375.

SANO EE et al. 2019. Cerrado ecoregions: A spatial framework to assess and prioritize Brazilian savanna environmental diversity for conservation, Journal of Environmental Management. 232, 818-828. doi: 10.1016/j.jenvman.2018.11.108

SCARIOT A, SOUSA-SILVA JC, FELFILI JM. 2005. Cerrado: ecologia, biodiversidade e conservação. Ministério do Meio Ambiente. Brasília, DF. 439p.

Créditos; 2

Carga Horária: 32 horas

Ementa: Morfologia dos animais da fauna do cerrado e as diversas adaptações morfofuncionais dos sistemas orgânicos dos grupos de vertebrados que habitam o bioma. Reconhecimento da anatomia geral como ferramenta de análise das relações ecológicas e da filogenia.

Bibliografia:

HIDELBRAND M, GOSLOW G. 2006. Análise da estrutura dos vertebrados. 2a ed. São Paulo: Atheneu.

POUGH FH, JANIS CM, HEISER JB. 2008. A vida dos vertebrados. 4a ed. São Paulo: Atheneu.

KARDONG KV. 2011. Vertebrados: Anatomia comparada, Função e Evolução. 5a ed. São Paulo: Roca.

REVISTAS CIENTÍFICAS: serão utilizados artigos dos periódicos Journal of Anatomy, Journal of Morphology, Journal of Herpetology, Plos One, Nature, Journal of Experimental Zoology Biological Journal of the Linnean Society, Zoological Journal of the Linnean Society, The Anatomical Record.

Créditos; 2

Carga Horária: 32 horas

Ementa: Conquista do ambiente terrestre e surgimento de tecidos e órgãos; Estrutura de tecidos vegetais primários e secundários; Anatomia de órgãos vegetais; Respostas morfoanatômica a variantes ambientais; Plasticidade fenotípica.

Bibliografia:

APPEZZATO-DA-GLORIA B, CARMELLO-GUERREIRO SM. 2012. Anatomia vegetal. 3 ed. Viçosa: UFV,404p.

CUTTER EG. 2013. Anatomia vegetal: células e tecidos. 2 ed. São Paulo: Roca, 2013. v. 1. 303p.

CUTTER EG. 2002. Anatomia vegetal: órgãos, experimentos e interpretação. São Paulo: Roca, 2002. v. 2. 336p.

ESAU K. 1974. Anatomia das plantas com sementes. São Paulo: Edgar Blücher, 1974. 293p.

VALLADARES F, GIANOLI E, GÓMEZ JM. 2007. Ecological limits to plant phenotypic plasticity. New Phytol. 176: 749–763.

DICKISON WC. 2000. Integrative plant anatomy. USA: Harcourt Academic Press, 544 p.

WILLIS KJ, MCELWAIN JC. 2002. The evolution of plants. Oxford: Oxford University Press, 378 p.

SIMPSON MG. 2006. Plant Systematics. Amsterdam: Elsevier/Academic Press, 590 p.

Créditos; 4

Carga Horária: 64 horas

Ementa: Treinamento sobre as etapas de uma pesquisa científica em Biodiversidade geral, como formulação de perguntas, hipóteses, delineamento amostral, coleta e análise de dados, incluindo o uso de diversos testes estatísticos, apresentação oral e redação de manuscritos. Índices de diversidade e técnicas de coleta de dados biodiversos.

Bibliografia:

BEGON M, TOWNSEND CR, HARPER EJ L. 2007. Ecologia de Indivíduos a Ecossistemas. 4ªed, Artmed, Porto Alegre.

RICKLEFS RE, RELYEA E R. 2013. Ecology: The Economy of Nature. 7ª ed.

KREBS CJ. 2013. Ecology. The experimental analysis of distribution and abundance. 6ª ed. Pearson, Harlow, UK.

LEVIN SA., CARPENTER SR, GODFRAY HCJ, KINZIG AP, LOREAU M. LOSOS JB, WALKER B, WILCOVE DS. 2009. The Princeton Guide to Ecology. Princeton University Press.

GOTELLI NJ. 2009. Ecologia. 4ª ed. Editora Planta, Londrina.

KREBS JR, DAVIES NB. 1993. Introdução à ecologia comportamental. 3ª ed. Ateneu Editora, São Paulo.

BEGON M, MORTIMER M., THOMPSON DJ. 1996. Population ecology. 3ª ed. Blackwell, Oxford.

Créditos; 2

Carga Horária: 32 horas

Ementa: Marcadores moleculares no estudo de populações; Estimativas da diversidade genética populacional; Fatores evolutivos que alteram as populações (seleção natural, deriva genética, fluxo gênico e mutação); Análise da estrutura genética das populações (estimativas de estruturação pelas estatísticas F); Efeito do tamanho reduzido e fragmentação na diversidade genética populacional; Manejo genético de populações.

Bibliografia:

FRANKHAM R., BALLOU JD, BRISCOE DA. 2002. Introduction to Conservation  Genetics. Cambridge: Cambridge University Press.

HARTL DL, CLARK AG. 2010. Princípios de Genética de Populações. 4ª ed. Porto Alegre: Artmed.

FRANKHAM R, BALLOU JD, BRISCOE DA. 2008. Fundamentos de Genética da Conservação. Ribeirão Preto: Sociedade Brasileira de Genética.

AMOS W, BALMFORD A. 2001. When does conservation genetics matter? Heredity, 87(3): 257-265. 2001.

EIZIRIK E. 1996. Ecologia molecular, genética da conservação e o conceito de unidades evolutivamente significativas. Brasilian Journal of Genetics, 19(4): 23-29.

Créditos; 2

Carga Horária: 32 horas

Ementa: Definição de SIG. Sistemas de coordenadas. Projecoes cartograficas. Dados Espaciais: caracteristicas e estruturas de Dados: modelos vetorial e matricial. Fontes, aquisicao e manipulação de dados. Georreferenciamento. Ferramentas de edição de dados espaciais. Elaboração de layouts. Exemplos práticos de manipulação de dados de biodiversidade em ferramentas SIG: QGIS e R.

Bibliografia:

CONGALTON RG, GREEN K. 1992. The ABCs of GIS: An introduction to geographic information systems. Journal of Forestry, 13-20.

DEMERS MN. 2009. Fundamentals of Geographic Information Systems. 4 ed. John Wiley & Sons, NY.

JOHNSTON CA. 1998. Geographic information systems in ecology: ecological methods and concepts. Blackwell Science, MA.

HALTUCH MA, BERKMAN PA, GARTON DW. 2000. Geographic information system (GIS) analysis of ecosystem invasion: Exotic mussels in Lake Erie. Limnol. Oceanogr., 45: 1778–1787.

LONGLEY PA, GOODCHILD M F, MAQUIRE DJ, RHIND DW. 2001. Geographic Information Systems and Science. John Wiley & Sons, NY.

SALEM BB. 2003. Application of GIS to biodiversity monitoring. Journal of Arid Environments, 54: 91-114.

Créditos; 2

Carga Horária: 32 horas

Ementa: Importância dos Recursos Genéticos Vegetais (RGV). Conceitos básicos sobre germoplasma vegetal. Origens da Agricultura. Métodos de Conservação. Coleta e avaliação de germoplasma, Sistemas de curadoria. Uso e Caracterização dos Recursos Genéticos Vegetais. Conservação ex situ e in situ, Criopreservação, Valoração do germoplasma, Legislação e proteção de germoplasma. Pré-melhoramento de germoplasma vegetal. Sistemas reprodutivos das espécies cultivadas e seu relacionamento com o uso e conservação.

Bibliografia:

BARBIERI RL, STUMPF ERT. 2008. Origem e evolução de plantas cultivadas. Brasília, DF: Embrapa Informação Tecnológica, 909 p.

BORÉM A, MIRANDA GV, FRITSCHE-NETO R. 2017. Melhoramento de plantas. 7. ed. Viçosa (MG): Ed. UFV, 543 p.

LOPES MA, FÁVERO AP, FERREIRA MAJF, FALERO FG, FOLLE SM, GUIMARÃES EP. 2011. Pré-melhoramento de plantas: Estado da arte e experiências de sucesso. Brasília, DF: Ed. EMBRAPA, 614 p.

NASS LL. 2007. Recursos genéticos vegetais. Brasília: EMBRAPA, 858 p.

NASS LL, VALOIS ACC, MELO IS, VALADARES-INGLIS MC. 2001. Recursos Genéticos e Melhoramento – Plantas. Rondonópolis: Fundação MT, 1183 p.

TELES WBM. 2010. Manual de curadores de germoplasma – Vegetal: Coleta de germoplasma. Brasília, DF: Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia 15 p.

VEIGA RFA, QUEIRÓZ MA. 2015. Recursos Fitogenéticos. A base da agricultura sustentável no Brasil. Viçosa, MG. Editora UFV, 496 p.

WALTER BMT, CAVALCANTI TB. 2008. Fundamentos para a coleta de germoplasma vegetal. Brasília: EMBRAPA, 778 p.

Créditos; 2

Carga Horária: 32 horas

Ementa: Conceitos de Ecologia. Conceitos de degradação ambiental; Restauração ecológica e ecologia da restauração; Princípios e metas da restauração ecológica. Bases Ecológicas da Restauração: Resposta dos ecossistemas a distúrbios: regeneração natural e sucessão secundária; Interações interespecíficas; Interações planta-animal; Fragmentação de hábitats e Ecologia de Paisagens. Restauração Ecológica: Restauração ecológica no contexto legal e políticas públicas; Métodos de restauração: diferentes abordagens; Estudos de caso; Planejamento, condução e avaliação de projetos de restauração. Custos e benefícios socioeconômicos da restauração ecológica.

Bibliografia:

ALENCAR GV. 2016. Novo código florestal brasileiro. Editora do Autor. 2ª ed. 410p.

BEGON M, TOWNSEND CR, HARPER JL. 2007. Ecologia: de indivíduos a ecossistemas. 4 ed. Porto Alegre: Artmed, 740p.

BRANCALION PHS, GANDOLFI S., RODRIGUES RR. 2015. Restauração florestal. Editora Oficina de Textos. 432p.

BRANCALION PS et al. 2016. Análise crítica da Lei de Proteção da Vegetação Nativa (2012), que substituiu o antigo Código Florestal: atualizações e ações em curso. Natureza & Conservação 14S. E1 – e16.

CHAZDON R. 2012. Regeneração de florestas tropicais. Bol. Mus. Para. Emílio Goeldi. V.7. p. 195-218.                                                                                                                                                    

MARTINS SB. 2014. Recuperação de matas ciliares. Editora Aprenda Fácil. 3ª ed. 219p.                                  

MARTINS SB. 2015. Restauração Ecológica de ecossistemas degradados. Editora UFV. 2ª ed. 376p.

REY BENAYAS JM, NEWTON AC, DIAZ A, BULLOCK JM. 2009. Enhancement of biodiversity and ecosystem services by ecological restoration: a meta-analysis. Science,325, 1121.

RODRIGUES RR et al. 2009. Pacto pela restauração da Mata Atlântica: referencial dos conceitos e ações de restauração florestal. LERF/ESALQ/USP, 264 p.

RUIZ-JAEN MC, AIDE TM. 2005. Restoration success: how isit being measured? Restoration Ecology 13:569-577.

SAMPAIO AB et al. 2019. Lessons on direct seeding to restore Neotropical savanna. Ecological Engineering. 138: 148-154.

SCHMIDT IB et al. 2019. Tailoring restoration interventions to the grassland-savanna-forest complex in Central Brazil. Restoration Ecology online, p. rec.12981.

SILVA RRP, VIEIRA DLM. 2017. Direct seeding of 16 Brazilian savanna trees: responses to seed burial, mulching and an invasive grass. Applied Vegetation Science. 20, 410–421. https://doi.org/10.1111/avsc.12305

SUDING KN. 2011. Toward an Era of Restoration in Ecology: Successes, Failures, and Opportunities Ahead. Annual Review of Ecology and Systematics, 42, 465-487.

VIEIRA DLM, SANO EE, SILVA TRA. 2022. Classification of cultivated pastures in the Brazilian Cerrado for sustainable intensification and savanna restoration. Ambio: 51: 1219-1226.

Créditos; 2

Carga Horária: 32 horas

Atividades

Elaboração de Dissertação 

Qualificação

Defesa de Dissertação